Cuca Martins - São Paulo/SP

Cuca Martins - São Paulo/SP

Passar mal depois de comer era rotina na vida da jornalista Cuca Martins, de 31 anos.

Dores abdominais intensas, vômitos constantes e um quadro de anemia que se desenrolava desde a infância eram os principais sintomas, responsáveis por suas idas ao hospital de dois em dois meses. “Eu passei sete anos da minha vida indo a diferentes médicos, fazendo exames, e nada de descobrir o que eu tinha”, conta ela, que “se assumiu” celíaca há apenas dois meses.

Historicamente pesando sempre abaixo dos 50 quilos, tempos atrás Cuca se viu 15 quilos acima do peso e decidiu seguir a famosa dieta Dukan. Como havia períodos em que a dieta excluía totalmente os alimentos com glúten, Cuca notou que sua saúde melhorava nestas fases, e aos poucos foi percebendo o que lhe fazia mal. Foi somente quando assistiu a um programa sobre doença celíaca na televisão que ela entendeu o que poderia ser a chave do problema. “Desde então, passei a cortar a proteína e, após algumas recaídas, estou livre de glúten há dois meses. Ainda não fiz o teste para confirmar a doença, mas, diante da minha história, soube que as chances de dar positivo é de 98%”, diz a jornalista.

Hoje, cerca de 28 mil pessoas seguem seu perfil no Instagram. “No início, as pessoas seguiam para acompanhar a dieta Dukan, mas depois que anunciei minha condição de intolerância ao glúten, passei a ser seguida por muitos celíacos também”, analisa. Além das redes sociais, Cuca, que adora cozinhar, apresenta ao vivo toda semana o programa Tô de Dieta em uma rádio de Boston para brasileiros que vivem nos Estados Unidos. Ela também apresenta vídeos no Portal Uol e mantém o site Projeto Mestre Cuca, onde divulga suas receitas saudáveis.

O Snack “perdição” da Schär

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Foi durante uma viagem à Europa que a jornalista conheceu os produtos da Schär, mais precisamente em Portugal. De volta ao Brasil, não deixou mais de consumi-los, principalmente os biscoitos Crackers e Maria, além do Pão Rústico. “Mas a minha perdição é o Snack”, admite. Para ela, além do sabor, a grande vantagem é a segurança. “São produtos que você tem certeza que não contém glúten e que foram feitos a partir de muito estudo”, diz a jornalista, que no ano passado deu seu depoimento sobre o assunte durante o seminário Glúten: Saúde e Sociedade”, na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Cuca nota que hoje há quem elimine o trigo e derivados da alimentação apenas para seguir uma dieta da moda, mas a situação é bem diferente de quem não pode comer glúten nunca mais. “Celíaco não tem day-off, nunca mais poderá se descuidar. Para estas pessoas, é fundamental existir uma marca como a Schär, que oferece uma gama enorme de produtos, como biscoitos recheados, lasagnas, pães e muito mais”, enumera.

Celíaca mais feliz do mundo

Depois que assumiu a questão da doença celíaca em sua vida, Cuca começou a participar de fóruns e grupos sobre o assunto. “Percebo muito baixo astral neste meio, como se a vida acabasse porque você não pode consumir mais glúten. Não é bem assim! Substituições e mudanças serão necessárias, é claro, mas é muito melhor ser consciente do problema do que continuar passando mal, não é mesmo?”, questiona ela, que se autointitula a “celíaca mais feliz do mundo”