Cliente do mês – Regina Pinho Gomig

Cliente do mês – Regina Pinho Gomig

“Os produtos Schär fazem a diferença na dieta do celíaco! Eu voltei a comer de tudo, só que sem glúten”.

A história da nossa cliente do mês é como a de muitos celíacos. No início, sintomas como intestino preso, anemia e alteração de tireóide afligiram a psicóloga e empresária Regina Pinho Gomig, de Joaçaba, Santa Catarina. Nos últimos sete anos, todos esses sintomas se agravaram, principalmente a má digestão e seguidos quadros de infecção e intoxicação alimentar.

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Na era das redes sociais, Regina entrou em um grupo no facebook e contou a situação que vivia. Foi então que alguns colegas informaram o contato de um gastroenterologista e especialista em Doença Celíaca em Curitiba, no Paraná, o médico Paulo Costa Claro. Regina então foi diagnosticada como celíaca e há dois anos segue a dieta.

Segundo a psicóloga, a adaptação da alimentação não foi muito fácil. “Quando cheguei no Dr. Paulo eu estava quase sem conseguir me alimentar, perdi muito peso e estava muito insegura”, comenta. “No entanto, depois do desespero inicial que aconteceu após o diagnóstico, me adaptei fazendo tentativas, pesquisando produtos e conversando. Os grupos de apoio e a orientação médica são fundamentais”, reforça.  Hoje Regina conta que se alimenta muito bem, e está sempre atenta aos perigos da contaminação cruzada, que acredita que acontecem pela falta de conhecimento e do preconceito de muitas pessoas.

“Minha rotina mudou muito depois do diagnóstico.  Como minha profissão ajuda, pois sou Psicóloga e também empresária, optei por ter mais tempo e organizar meu próprio ritmo. Com isso, minha alimentação hoje é bem melhor do que antes de descobrir a doença celíaca. Na minha casa me alimento muito bem, graças aos produtos disponíveis no mercado”, salienta. Regina conta que, depois do diagnóstico, também se tornou uma ótima cozinheira.

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“A alimentação fora de casa ainda é bastante restrita, infelizmente na maioria das vezes acabo me contaminando.  Apesar de já ter melhorado bastante, ainda existe um longo caminho a ser percorrido. Os restaurantes e lanchonetes precisam conhecer a doença e respeitar o cliente celíaco”, enfatiza Regina.  Na casa de familiares e amigos procura levar sua própria alimentação ou ainda se alimentar antes de sair de casa. “Sofri muito até meus amigos e familiares se adaptarem a minha nova rotina.  Aprendi que sempre vão existir aqueles que acham que meu cuidado é exagero e frescura”. 

Regina conta que como adora comer, é muito curiosa e viaja muito, em cada lugar que vai, busca na internet lugares com comida ou produtos seguros. “Em uma viagem a Curitiba conheci a Schär, e é real a frase que sempre uso: a Schär tornou minha vida mais doce!! Fiquei encantada, aí toda vez que eu ia a Curitiba corria ver as novidades. Comer bolacha de água e sal no lanche novamente, foi uma das minhas conquistas. A Schär tem um produto para substituir cada coisa que as pessoas normalmente comem com glúten.  Depois de conhecer os produtos Schär, comecei a me sentir mais normal. Até consegui que uma das casas de produtos naturais da minha cidade trouxesse a marca para cá, e hoje encontro em vários lugares”, comemora.

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Hoje não deixa faltar em casa os biscoitos SaltíSavoiardi e Crackers, Fette Croccanti, Wafers al cacao, os pães; Ciabatta e Mini Baguette, as farinhas Mix Pan e Mix Dolci e todas as massas. “Os produtos Schar me auxiliam no lanche e nas principais refeições, pois a qualidade dos produtos, tanto no sabor quanto na conservação são inigualáveis”, salienta. O marido e os filhos de Regina também aderiram à dieta sem glúten em casa por orientação do médico, mas aceitaram muito bem e elogiam os produtos e o sabor, “eles não sentem falta da alimentação com glúten, percebo que mesmo fora eles acabam na maioria das vezes optando por estes alimentos”, explica.

Para Regina, o maior aprendizado é viver um dia de cada vez, sabendo que é possível sim ser feliz e curtir muito a vida, mesmo tendo a doença celíaca. É importante aprender a conviver com as restrições, respeitando o próprio corpo e abusando dos produtos sem glúten disponíveis no mercado. “Apesar de hoje viver com essa limitação alimentar, não trocaria minha alimentação atual por nada”, finaliza.