Cliente do mês – Raul Souza

Cliente do mês – Raul Souza

Foi há cerca de 50 anos que a doença celíaca foi diagnosticada pela primeira vez na história da família Souza.

O recifense Raul Souza, 41 anos, cresceu junto à avó, a primeira da família a se descobrir celíaca. Os principais produtos à mesa eram pão de queijo e tapioca, uma vez que a alimentação segura era bastante restrita à época. Mas nem mesmo a convivência com a avó levou o empresário a suspeitar que também pudesse carregar em seus genes a pré-disposição para desenvolver a doença.

Há três gerações

Com o nascimento da filha Maria Eduarda, hoje com 8 anos, vieram também grandes desafios. Até os 2 anos, a menina apresentava dificuldade em ganhar peso. “Minha filha nasceu e os dois primeiros anos de vida dela foram complicados. Até descobrirmos que ela era celíaca. Após isso, investigamos minha origem e descobrimos que eu era também”.

Mas os sintomas já haviam surgido muito antes. Há mais de 10 anos, Raul já sofria com azia e barriga estufada. “E isso foi aumentando, fomos investigar e não descobríamos, aí surgiram as dores articulares, como a tendinite, mas eu ia ao ortopedista e nada. A cada momento era em uma parte do corpo. Teve uma vez que fui para o hospital e não conseguia nem andar. Diversos exames, menos o diagnóstico da doença celíaca”, relembra.

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Paciente renal crônico, Raul faz hemodiálise há 15 anos, e sempre achou que os sintomas que tinha eram devido à doença renal. “Por exemplo, nunca tivemos diarreia (nem ele, nem a filha). Nós tínhamos barriga estufada e muita azia – ao ponto de fazer endoscopia a cada seis meses achando que tinha algo, e nunca tinha. Passei a ter dores articulares, e fui investigar essas dores achando que eram reumatologias, mas não eram”, conta Raul. Até que a médica que descobriu a doença da filha indicou a endoscopia de intestino para ele, e então a doença celíaca foi diagnosticada, há cerca de cinco anos.

“Eu não acreditava que meus problemas eram ligados à doença celíaca e sim ao problema renal. Então qualquer sintoma, achava que era ao problema renal. E posterguei muito, acho que passei de oito a 10 anos sem saber e sem me tratar com a dieta”, destaca Raul.

Mudanças que trazem bem estar

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Após a descoberta, Raul ainda ficou sem se alimentar corretamente por dois anos até se render à dieta livre de glúten. Com a ajuda da esposa, Maria Carolina, que fez cursos de panificação e gastronomia, além de estudar sobre a doença, todos na casa –inclusive ela que não é celíaca- mantêm há dois anos uma alimentação sem glúten.

“A minha esposa é enfermeira e uma pessoa que gosta de estudar muito. A partir do diagnóstico, ela começou a estudar muito a doença celíaca”, explica Raul. Ele ainda complementa, contando que o apoio da família foi muito importante para a adaptação.

O fato de ser fã das massas em geral foi uma das etapas mais difíceis. Mas hoje em sua casa, ele e a família conseguem fazer diversas preparações e não passar vontade. “Minha esposa trabalha em dois empregos, e sempre que está em casa, está fazendo alguma receita. Eu também gosto muito de cozinhar, mas a parte de massas não sei fazer, sei mais da comida nordestina”, diz o animado Raul, que conseguiu adaptar diversas receitas regionais – como feijoada, dobradinha e caldeirada de frutos do mar – para a versão sem glúten.

Segurança para a mesa

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Quando perguntado sobre suas preferências, Raul disse que em Recife, onde vive, já experimentou diversas marcas sem glúten, inclusive caseiras. Mas conhecer a Schär foi um acontecimento para ele. Na época em que obteve o diagnóstico da filha, o cunhado de Raul trouxe alguns biscoitos da Schär da Europa, pois a marca havia sido indicada pela médica. 

“Ele trouxe aquela bolachinha redondinha salgada e o Mix Pan. E aí provamos e não senti falta nenhuma da comida ‘normal’. Hoje, a gente vê um produto da Schär e compramos sem medo, pois sabemos que é seguro e muito saboroso. Biscoito recheado, rapaz, é divino! Eu sou fã! ”, acrescenta Raul, que adora também a Cream Cracker da marca.

Ele é sócio de uma empresa de construção e locação de equipamentos, e por estar constantemente em viagens, tem sempre uma Wafer ou a Bolacha Maria guardadas no carro, devido à praticidade. Raul diz confiar muito na Schär pela forma com que sempre foi tratado ao enviar e-mails, seja para elogiar, conhecer ou mesmo criticar, sentindo-se “acolhido”, segundo suas próprias palavras. “A Schär vai ser sempre recebida aqui em casa, pois foi uma marca que nos deu a confiabilidade de sentar vendo televisão os três, sem preocupação nenhuma”, finaliza.