Cliente do mês: Daniela Carneiro

Cliente do mês: Daniela Carneiro

Conheça a história completa da Daniela, uma celíaca feliz que adora cozinhar e sonha em um dia, conhecer a Itália.

Há sete anos pouco se falava sobre a doença celíaca. O diagnóstico era ainda mais difícil e demorado do que é hoje, e encontrar produtos nos supermercados uma missão quase impossível. Mais difícil ainda era chegar num restaurante ou lanchonete e perguntar sobre glúten. Todas essas etapas foram vencidas pela gestora de Políticas Públicas, moradora de Brasília, Daniela Carneiro.

Daniela descobriu que era celíaca em 2009. Nesse período além de tirar o glúten da dieta, precisou também seguir uma dieta livre de lactose. “Vi o mercado de intolerâncias alimentares crescer na minha frente, e fico imaginando como viviam as pessoas diagnosticadas antes de mim”. No primeiro ano sem glúten, Daniela conta que passava muito tempo pensando sobre tudo aquilo que estava perdendo, e outra parte do tempo lendo rótulos. “Passei por uma fase muito ruim em que me sentia extremamente triste por conta da doença”, explica. “A tristeza com o tempo foi passando e fui percebendo que a convivência com a doença e com a rotina que ela exige se tornava mais fácil”, avalia.

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“Todo início é complicado”, explica Daniela. “No início fui pega de surpresa, pois desconhecia completamente o que era o tal do glúten, não entendia a minha doença, e não sabia o que podia e o que não podia comer”. Para poder entender melhor o que tinha, Daniela estudou a respeito da doença celíaca, “praticamente criei uma biblioteca mental de todos os produtos que posso ou não comer. Hoje chego em qualquer lugar e tenho a plena noção do que comer”. De 2010 até hoje Daniela conta que descobriu produtos que são seguros para o consumo “Hoje sei por exemplo, que marcas de sorvetes posso comer e quais devo passar longe. Quais marcas de chocolates posso comprar. E sempre descubro produtos e receitas novas para o meu dia a dia”, conta.

Com tudo isso, hoje Daniela segue uma rotina de vida normal. Terminou a faculdade de gestão de políticas públicas na Universidade de Brasília neste ano e atualmente trabalha em uma loja de um shopping na capital do país. “Estou no período de início de vida adulta de fato, no meu primeiro emprego de verdade, e com isso tenho passado mais tempo fora de casa, que faz com que me alimente mais na rua”, comenta. 

Quando está em casa e com o auxílio da sua mãe Marta, Daniela sempre tenta uma nova receita sem glúten. “Minhas frequentes são a coxinha frita de massa feita de arroz e batata, brigadeiro e guacamole”, comenta.

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A procura por produtos sem glúten sempre fez parte da rotina da Daniela, até a chegada da Schär no mercado brasileiro. “Antes de conhecer os produtos Schär, eu ia em algumas lojas especializadas e ficava testando produtos de diversas marcas. Até então, as lojas especializadas eram lojas mágicas para celíacos, pois só o celíaco sabe o que é ir no supermercado e não achar nada que você pode comer”, avalia. Daniela acredita que a chegada da Schär no mercado brasileiro foi um divisor de águas, “passamos a encontrar produtos sem glúten em mais ponto de vendas, inclusive nos supermercados que facilitou em muito a vida do celíaco, além do que antes de experimentar os produtos da Schär eu acreditava que todos os produtos sem glúten eram mais ou menos, eu mesma me questionava sobre quando iria comer um produto com sabor normal”, comenta. “Tinha produtos que experimentava que eram tão ruins que não conseguia finalizar o pacote, outros mais ou menos. Mas assim que experimentei os produtos Schär tudo mudou. Eu comecei a comer produtos com gosto de verdade, idênticos àqueles com glúten, e às vezes, muito melhores”, avalia Daniela.

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Daniela conta que passou a pesquisar sobre a empresa e sobre tudo que tem disponível no mercado. “Meu sonho é ir para Itália, pois li no site que a Schär tem um centro de pesquisa onde desenvolvem os produtos, e li também que na Itália o McDonald´s tem sanduiche com pão sem glúten Schär, desde então, estou passando vontade”, brinca.

Depois de muito aprendizado, Daniela oferece um conselho valioso para os novos celíacos:  “Você passa a ver que não vale a pena comer nada com glúten, pois o prazer é momentâneo e muito pequeno em relação ao mal-estar que sentirá depois”, e completa: “Lembre-se sempre: nada é mais importante que a nossa saúde, e apesar de todo mundo dizer que não consegue fazer uma dieta sem glúten, eu acredito que todo mundo consegue sim. Se sentir bem não tem preço. Tudo é uma questão de aprendizado e adaptação! ”, finaliza Daniela.